Vantagens

Sua fachada fala antes de você.

Antes da primeira ligação, da primeira visita ou do primeiro orçamento, o cliente já olhou para a sua empresa. É dessa olhada que a comunicação visual cuida. Mostramos o que ela faz por um negócio, de onde vem e como aparece nas ruas de Montes Claros, onde trabalhamos desde 1985.

O primeiro contato

Por que a fachada pesa na escolha do cliente

O cliente forma a primeira opinião sobre a sua empresa na calçada. Ele olha a fachada, a letra, a porta, a luz, e tira uma conclusão ali mesmo. Se a placa está desbotada, se falta uma letra ou se não dá para saber onde fica a entrada, ele segue caminho e leva essa impressão junto. Se a fachada está firme, limpa e bem acesa, ele entra achando que do lado de dentro o cuidado é o mesmo.

A fachada trabalha no sábado, no feriado e, com LED, também depois que a porta fecha. Fala com todo mundo que passa: o pedestre, o motorista parado no sinal, gente que nunca ouviu falar da sua marca. De tanto fazer o mesmo caminho, o morador guarda de cabeça as lojas da avenida, mesmo as que nunca visitou. Quando precisar, é delas que vai se lembrar primeiro.

Comunicação visual também é o que faz a empresa ser encontrada. O cliente que marcou o endereço no celular chega à rua certa e ainda precisa achar a porta certa. Uma letra-caixa legível de longe, um totem na entrada do estacionamento e uma placa com o número à vista resolvem essa última parte do caminho. Sem eles, quem já estava decidido a comprar roda o quarteirão, liga para perguntar ou desiste.

A repetição fixa a marca na memória: nome, cor e forma iguais na fachada, no carro, no uniforme e no brinde viram uma assinatura que o cliente reconhece de longe. E a fachada diz mais do que o endereço. Num post do nosso Instagram sobre a fachada da Louis Vuitton, em Xangai, resumimos a ideia assim: uma boa fachada não mostra apenas onde a marca está, mas o que ela representa.

Por que a fachada pesa na escolha do cliente

Oito vantagens

O que uma boa peça faz pelo seu negócio

Comunicação visual não é enfeite nem gasto de vaidade. Cada peça tem uma função, e dá para dizer qual é antes de produzir. Estas são as vantagens que vemos na rua depois que o trabalho sai da fábrica e é instalado.

01

Ser visto

Letra-caixa com LED aparece de dia e de noite, e a fachada em ACM na cor da marca destaca o prédio no quarteirão. Quem passa de carro tem pouco tempo para ler, por isso tamanho, contraste e altura são definidos no projeto, não no improviso.

02

Ser encontrado

Galpão em distrito industrial, loja dentro de galeria, clínica no segundo andar: nem sempre a porta dá para a rua. Placa de acesso, totem e seta no ponto certo evitam que o cliente passe direto e tenha de voltar.

03

Parecer do tamanho que é

Uma empresa sólida com fachada improvisada parece menor do que é. Fachada, recepção e frota padronizadas mostram estrutura antes da primeira reunião e dão ao cliente motivo para confiar.

04

Orientar quem já entrou

Placas internas, portas identificadas e rotas claras poupam o tempo da recepção e evitam cliente perdido no corredor. Em hospital, indústria e condomínio, sinalização também é questão de segurança.

05

Valorizar o imóvel

Portas pivotantes em ACM, painéis vazados e letras em inox dão acabamento à arquitetura. Na entrada de uma casa ou na portaria de um condomínio, a peça certa muda a cara do lugar.

06

Levar a marca pela cidade

Carros e caminhões plotados rodam pela cidade e pela estrada. Levam a mesma marca da fachada a bairros e cidades onde a empresa ainda não tem endereço.

07

Evento e campanha no dia certo

Estande, backdrop, lona de grande formato e material de campanha não aceitam atraso: a Expomontes abre na data marcada, e o dia da eleição não muda. Produzimos na nossa fábrica e instalamos com a nossa equipe, e é isso que nos permite cumprir esse prazo.

08

Durar no sol do Norte de Minas

O sol daqui desbota tinta, resseca adesivo e empena chapa ruim. Por isso a escolha da chapa, da pintura e do adesivo faz parte do projeto. O que instalamos precisa continuar bonito na fachada por anos, não só no dia da entrega.

De onde vem

Uma história que começa nas paredes

Pintar na parede é uma das coisas mais antigas que o ser humano faz. De lá para cá, mudaram as tintas, as máquinas e os materiais. Para quem faz placa, a pergunta é sempre a mesma: como fazer alguém parar, olhar e lembrar?

Separamos alguns marcos dessa história, todos conferidos em fontes públicas. A lista começa nas cavernas, inclusive as do Vale do Peruaçu, aqui no Norte de Minas, e passa pelas paredes de Pompeia, pela litografia, pela lâmpada e pelo neon. Termina nas máquinas e nos materiais que usamos todo dia na fábrica: o LED, o ACM, o plotter de recorte e a impressão digital. No meio do caminho está 1985, o ano em que a Impresilk nasceu.

Pré-história

Paredes pintadas há milênios

A pintura de caverna mais antiga com data confiável que se conhece fica na ilha de Sulawesi, na Indonésia, e tem pelo menos 51.200 anos. Na França, as pinturas da caverna de Lascaux têm idade estimada entre 17 mil e 22 mil anos. Aqui no Norte de Minas, o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, em Januária, Itacarambi e São João das Missões, guarda pinturas rupestres e sítios arqueológicos com vestígios humanos de até 12 mil anos. Em julho de 2025, a Unesco o reconheceu como Patrimônio Mundial Natural.

Século I

Pompeia em campanha

Em Pompeia, soterrada pelo Vesúvio no ano 79, a maior parte das lojas voltadas para a rua exibia uma placa de identificação. Nas paredes, letristas profissionais, que em latim se chamavam scriptores, pintavam a pincel, em vermelho ou preto, pedidos de voto para candidatos. Mais de 2.600 desses anúncios eleitorais chegaram até nós.

1393

A placa vira lei

Na Idade Média, a maioria das pessoas não sabia ler, e a imagem pendurada na porta dizia o que se vendia em cada casa. Em 1393, o rei Ricardo II, da Inglaterra, determinou que as casas que vendiam cerveja pendurassem uma placa do lado de fora, para que os fiscais pudessem identificá-las.

1796

A pedra que imprime

O alemão Alois Senefelder inventou a litografia. O desenho é feito com material gorduroso sobre uma pedra lisa, e a impressão funciona porque óleo e água não se misturam. Em 1837, o francês Godefroy Engelmann criou a cromolitografia, que imprime em várias cores, com uma pedra para cada cor.

Década de 1870

O cartaz toma os muros

No início da década de 1870, Jules Chéret e os irmãos Choubrac baratearam a litografia em cores. Chéret fez cartazes para cabarés e teatros como o Moulin Rouge e o Folies Bergère, e também para bebidas, perfumes e ferrovias. É chamado de pai do cartaz moderno, e o escritor Edmond de Goncourt o chamou de primeiro pintor dos muros de Paris.

1882

A letra ganha luz

O americano William Hammer, que tinha sido assistente de laboratório de Thomas Edison, montou um letreiro de uns três metros de comprimento com o nome EDISON, com 12 lâmpadas em cada letra. Um tambor giratório acendia as letras uma a uma e depois todas juntas. A peça foi exposta no Crystal Palace, em Londres, em fevereiro de 1882, e Hammer é tido como o inventor do letreiro elétrico de anúncio.

1910

O neon acende

O francês Georges Claude mostrou dois tubos de neon vermelho, de 12 metros cada, no Salão do Automóvel de Paris, em dezembro de 1910. O tubo de vidro pode ser dobrado no formato do desenho, e o letreiro passou a ter a própria letra feita de luz. Em 1924, a empresa dele já tinha filiais ou licenças espalhadas pelos Estados Unidos.

1959

A placa de Las Vegas

A designer Betty Willis desenhou a placa “Welcome to Fabulous Las Vegas”, erguida em 1959. Ela nunca registrou direitos autorais sobre o desenho e dizia que, se tivesse registrado, a placa provavelmente não seria tão usada nem tão famosa. Uma peça de sinalização virou o símbolo de uma cidade.

1962

A luz das letras-caixa

Em 1962, o americano Nick Holonyak, que trabalhava na General Electric, criou o primeiro LED de luz visível de uso prático. Era fraco e só acendia em vermelho. Em 2014, Isamu Akasaki, Hiroshi Amano e Shuji Nakamura ganharam o Nobel de Física pelo LED azul eficiente: sem a luz azul, não havia como fazer a lâmpada de LED branca, forte e econômica. É dessa descoberta que vem o LED branco usado hoje em letras-caixa e luminosos.

1964

A chapa das fachadas

O painel de alumínio composto (o ACM, na sigla em inglês) tem duas chapas finas de alumínio coladas a um miolo de outro material, em geral o polietileno. Foi inventado em 1964 pela Alusuisse em conjunto com a BASF, e a produção comercial começou em 1969, com a marca Alucobond. Leve e rígido, o ACM é muito usado em fachadas e na sinalização.

1982

O computador chega à placa

Em 1982, a Gerber lançou o Signmaker III, que levou o microprocessador ao desenho e à produção de placas. Com máquinas assim, o letrista foi trocando o pincel e a lata de tinta pelo plotter e pelo vinil. O plotter de recorte, comandado pelo computador, corta com uma lâmina letras e formas em vinil adesivo e é usado sobretudo em placas, faixas e anúncios.

1985

Nasce a Impresilk

Pedro Ramos fundou a Impresilk no bairro Morrinhos, em Montes Claros, ao lado de Maria Inês e com o apoio dos irmãos Anita e Adilson. A empresa começou pequena, num espaço simples, com foco em serigrafia, imprimindo camisetas e materiais gráficos. Quatro décadas depois, o pequeno galpão do Morrinhos deu lugar a uma estrutura moderna.

1991

A lona sai da impressora

Em 1991, a americana Encad, de San Diego, lançou a NovaJet, uma das primeiras impressoras jato de tinta de grande formato. Em 1993, a HP lançou a sua. Com a impressão digital em grande formato, lona, cartaz, painel de feira e adesivação de veículos passaram a sair direto do arquivo. Para poucas peças, esse tipo de impressão costuma sair mais em conta que a serigrafia.

Nosso trabalho

O que já está nas ruas de Montes Claros

Vivemos de perto a parte mais recente dessa história. Começamos com serigrafia em 1985, abrimos a primeira fábrica de camisetas em 1996, compramos o primeiro plotter de recorte em 2004 e, em 2011, entramos na comunicação visual. Em 2018, a segunda geração chegou à frente da empresa: Leonardo Gonçalves assumiu a gestão, modernizou os processos e investiu em tecnologia para atender, principalmente, as multinacionais instaladas na cidade. Em 2023 chegaram a impressão UV e materiais como o ACM 3D e o poliondas. Em 2025, fomos buscar novidades na FuturePrint, em São Paulo, e na Sign China, em Xangai.

Quem desce no Aeroporto de Montes Claros vê o nosso letreiro antes de conhecer a cidade. Na Empominas, além do totem e da comunicação visual, fizemos a fachada em ACM Kynar de 4 mm, porque o sol do Norte de Minas não perdoa material barato. Na Toyota, foram mais de 300 metros de revestimento em ACM. No Estádio Juvêncio, mais de 1.000 m² de lona, entregues em prazo curto.

Alguns trabalhos guardam a memória da cidade, como a fachada da centenária Santa Casa e o Memorial da Credinor. Outros acendem à noite, como a fachada e o letreiro iluminado do Sicoob Credinor, ou mudam a chegada em casa, como a portaria do Condomínio Villa Segura. E há os que precisam estar prontos antes de a festa começar: a cenografia da TdeB na Expomontes e o material de campanha política, que em época de eleição tem que sair rápido e sem erro.

Tudo isso sai da mesma fábrica, com impressão UV e de grande formato, plotter de recorte, router CNC, corte a laser, seccionadora e dobra de ACM, serralheria e pintura. E é instalado pela nossa própria equipe, com a nossa frota. Para nós, o resultado não é a nota emitida: é a peça funcionando, com o LED aceso, a porta fechando e a letra firme no vento.

O que já está nas ruas de Montes Claros

Na Zeus Elétrica, a Impresilk transformou nossa fachada em um verdadeiro símbolo de identidade e inovação, elevando a visibilidade da marca e atraindo ainda mais clientes.

Brena Mayra, Zeus Elétrica

Contato

Qual é a primeira impressão da sua empresa?

Conte do que a sua empresa precisa: fachada, letreiro, porta, sinalização, plotagem da frota, brinde ou evento. Nós projetamos, produzimos na nossa fábrica e instalamos com a nossa equipe, em Montes Claros e em todo o Norte de Minas.

WhatsApp(38) 99959-4912
EndereçoAv. Feliciano Martins de Freitas, 127
Vila Regina, Montes Claros, MG
Google MapsWaze
HorárioSegunda a sexta, 7h30 às 11h28 e 13h10 às 18h